sábado, 29 de outubro de 2011

A idade do céu

"Não somos mais
Que uma gota de luz
Uma estrela que cai
Uma fagulha tão só
Na idade do céu...

Não somos o
Que queríamos ser
Somos um breve pulsar
Em um silêncio antigo
Com a idade do céu...

Calma!
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu...

Não somos mais
Que um punhado de mar
Uma piada de Deus
Um capricho do sol
No jardim do céu...

Não damos pé
Entre tanto tic tac
Entre tanto Big Bang
Somos um grão de sal
No mar do céu..."

Paulinho Moska

domingo, 16 de outubro de 2011

Indiferença que sempre esteve ao meu lado, me olha do alto agora, de queixo pra cima como se nada fosse. A indiferença que reaperece depois de tanto tempo e eu olho, pensando, 'ainda está viva'

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Eu olho e ainda sei... Que nao estou enganado, que gostaria de provar que o que bate é bom.

Sei que vai... e ficaremos assim, inacabados, como tudo que importa.

Os finais são realmente chatos, por isso mantenho o livro aberto e não me atreverei a ler a última página.

Escrevá o que quiser e guiarão sua mão de um jeito ou de outro. Porém, aqui dentro, na caixa escura e passada, onde tudo fez sentido por alguns instantes, permanecerá aberto o livro dos cegos, que só existe na cabeça, nos sonhos, na idealização da vontade...

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

As coisas são assim mesmo :/