Talvez não goste de mim, me ache um grande coco que anda por aí. É, deve ser isso. Voce me disse uma vez que era isso, lembra? 'ela nao ta nem aí pra voce'. É deve ser isso. Talvez nao se importe com a minha presença, queira se ver livre de mim assim que chego, só é muito educada pra dizer isso. Não vai me machucar. Aliás, vai sim, mas quem liga?Foda-se. Queria a verdade.
Acho que nunca signifiquei nada pra ninguem no fim das contas. Sorrisos convidativos são dados a muitas pessoas, nao tenho o direito de me sentir especial. Caí nas minhas próprias ilusões e me alimentei delas. Voce me avisou, é eu sei. Acho que sou teimoso demais pra reconhecer que estava certo desde o início. Tudo bem, TUUUUUUUUUUUUUUUDO bem. Se não agora, daqui um tempo. Quem se importa? Dane-se
E Alvares de Azevedo nunca pareceu tão perto.
terça-feira, 12 de abril de 2011
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3 comentários:
Meu estimado amigo Felipe...
Deixe pra lá toda essa amargura e procure reacender o candeeiro que ilumina as suas poesias que tanto nos faz bem.
Abração...
é, estão aqui em algum lugar. Já já saem :)
Só para constar. Dúdivo que alguém te ache um coco, mas se alguém achar, pode ter certeza que esta pessoa sim é um coco.
:)
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