Colocar toda a energia em algo que não traz frutos. Frustrar a expectativa de todos e tentar andar sem deixar a cabeça cair. Correndo o mundo com o desespero ansioso que não leva a lugar nenhum, seguido do sorriso desconcertado e sem graça de quem já se acostumou a perder. Sorriso que vira lágrimas, lágrimas que não poderão ser vistas aí de onde estão.
Tentar de tudo fora de casa e acreditar que ainda há chance, até o fim. Ouvir as palavras de consolo e esperança, ja sabendo que as decepcionarei no fim de tudo. Correr todos os riscos e aproveitar, não sei o que, mas aproveitar. Só me restam pessoas, que se vão com velocidade. Não me resta muito e volto pra casa que cresci, envergonhado, enquanto sento na calçada que me viu crescer...
domingo, 18 de dezembro de 2011
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