domingo, 19 de fevereiro de 2012
Ah, criança. Como é bom te olhar correndo entre as árvores, me pedindo pra te achar enquanto se esconde atrás de galhos minúsculos. Absorver cada som que emite, cada risada... como é bom. As árvores continuam aqui, aí, estão em todos os lugares. Eu olho entre as árvores, te procuro entre cada galho. Todo jardim tem o som da sua voz que nunca silenciará. Não te vejo mais colhendo flores, embora saiba que ainda o faz por aí. Não ouço mais música ao fechar os olhos, não te vejo mais... medo.
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Um comentário:
você é tão doce.
Colho as flores e te mostro todos os ramalhetes depois :) eu te amo
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