Gosto de andar a pé. Sentir a brisa que bate incessantemente em meu rosto. Ando pelas ruas molhadas pela chuva, como quem anda nas areias mais fofas de uma praia.
A música que escuto dita o ritmo dos passos. As luzes dos carros projetam sombras disformes nas paredes de fábricas fechadas. O cachorro que late solitário na casa distante parece conversar com as estrelas. Gosto disso. Me sinto vivo, livre. Nenhuma luz me manda parar, seguir ou diminuir os passos. Parece besteira, mas realmente gosto.
Chego em casa sem pressa, durmo.
domingo, 20 de setembro de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)

3 comentários:
Esse texto é bem você mesmo!!!rs
Só que as vezes o cachorro,escapa e te morde!hehehe
Beijos
te amo muito
isso sim é liberdade.
utopia, mas liberdade.
Cara, valeu mesmo a força...
e vou te falar, curti teu blog também! sério, bastante liberdade de expressão, sonhos e uma bela análise humana... quem sabe, um dia, juntos, nós escritores do mundo não consigamos mudar as coisas...
um abraço velho! valeu por estar acompanhando o romance também!
Postar um comentário