sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Mais um poema de amor

Poemas baratos
que dizem nada
sobre o que quase todos sabem.
O amor não se escreve,
se bebe,
como uma taça gelada
em noite clara,
quente.
Mesmo assim,
eles insistem.
Escrevem, através dos séculos
as mesmas coisas,
em versos outros.
Assim sendo,
também te peço
pra que aceite o verso
sujo,
barato.
E te escrevo
pra te dizer
o que você
já deve saber:
Te amo

4 comentários:

Aninha disse...

Amei o poema!!!E não é barato,nem sujo...é lindo!!!!Te amo cada vez mais,mas isso você também já deve saber!!!!Muitos Beijos

Larissa Minghin disse...

O amor vive e como tudo que tem vida e se arrisca, passa pela beleza e pelo horror, pelo limpo e pelo sujo, é ambíguo. O amor contado, o amor da vida pro papel, conta sempre o que quer, quem é, de onde vem, pra onde vai (mesmo que ninguém sinta certeza nesse ser todo). A gente ouve a voz do amor e ama e ama e ama e ama e conta pra quem quiser ouvir também!

Filipe F. Bonita disse...

TE AMO muito aninha!!obrigado por sempre me apoiar em tudo desde janeiro de 2003.

Aninha disse...

Amor,eu também te amo muito,e sempre vamos estar juntos,não importa o que aconteça!!!!Você é minha vida e meu tudo,e eu grito,pra todos que puderem ouvir,eu te amo demais!!!!Feliz 6 anos e 8 meses de uma vida muito feliz e maravilhosa ao seu lado!!!!
Muitos beijos