sexta-feira, 4 de maio de 2012
Há ouro! Caindo aos montes pelas ruas e avenidas de correntes sanguíneas. Banhando e entupindo veias que saltam aos berros. Há ouro! Ouro descoberto como que por acaso, desvalorizado a partir da pele, desprezado por leigos e céticos. Há ouro, lhes digo! Do puro, verdadeiro. Acreditem em mim, sou mineiro.
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Um comentário:
do sol
imenso, amarelo
direto pra cabeça dos homens.
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